sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Campeão no Sporting uma vez, campeão do Sporting para sempre!...



Campeão no Sporting uma vez, campeão do Sporting para sempre!

Leoninamente,
Até à próxima

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Mesmo racionais, a coragem e a verdade nunca serão incómodas!...


JESUS, ZIDANE E PHIL JACKSON

«Qualquer adepto do Sporting não gostou do que viu na terça-feira. Com a qualidade do plantel, com o esforço na aquisição de jogadores, com a paixão dos melhores adeptos do Mundo, a equipa tem de dar mais. O zero não é opção e o que exibimos foi próximo do zero. Ter posse, e não materializar, não serve para nada.

Jorge Jesus, por culpa própria, tem vindo a perder a confiança dos sportinguistas. Não é que tudo esteja perdido, eu acredito que se vai ganhar a Bucareste, mas os sinais não são bons. O segredo do sucesso de uma equipa ganhadora é a dinâmica e a sua fluidez de jogo, o que temos à vista é uma máquina perra que não consegue esmagar um Steaua que nada tem a ver com o poderio dos tempos em que Nicolae Ceausescu o pagava.

É um grande treinador JJ, mas não tão grande como ele pensa, e tem de o provar nas competições europeias. E muito menos é maior do que as instituições que o contratam. Não pode desvalorizar os seus erros em discursos sem nexo, o Sporting é grande de mais para não ser exigente com os seus profissionais. Sim, exigência. Exige-se, exigência. Esta é a palavra que deve ser um mantra para os adeptos de todos os clubes, especialmente, no Sporting.

JJ já disse várias vezes que tira ideias de outras modalidades, pois bem, devia aprender alguma coisa com Phil Jackson. Deixo uma dica do treinador que ganhou 11 anéis da NBA, 6 com os Chicago Bulls e 5 com os LA Lakers: "Não é necessário lembrar que a profissão de treinador atrai um monte de malucos controladores que estão constantemente a lembrar que eles são o ‘macho alfa’ do vestiário. Ao longo dos anos eu aprendi que a abordagem mais eficaz consiste em delegar tanta autoridade quanto possível e fomentar as habilidades de liderança de todos. Quando consigo isto, não só a unidade da equipe cresce e se dá aos outros a oportunidade de crescer, mas o meu papel como líder também é fortalecido"

Aqui ao lado, em Espanha, vemos um homem sereno, com a tranquilidade de saber que é bom, que transpôs toda a sua classe, enquanto um dos melhores jogadores da história do futebol, para o banco, onde, em pouco tempo, já conquistou 7 títulos, incluindo duas Ligas dos Campeões. Um punhado de milionários galácticos respeita aquele homem, segue-o, como se ele fosse um mestre Zen, à imagem do já mencionado Phil Jackson, que era assim conhecido.

Não berra, não gesticula, motiva dialogando para que a individualidade exponencie o seu talento para o colectivo. Tem confiança nos seus homens, organiza, mas deixa que se soltem na sua genialidade, porque eles sabem o que têm de fazer e se mexer muito só vai incomodar. Zinedine Zidane já provou, quase em silêncio, sem salto alto e com humildade, que é grande treinador, mas, acima de tudo, um excepcional líder de balneário e condutor de homens. Que Jorge Jesus aprenda com ele também.»
(Rui Calafate, Factor Racional, in Record)

Por razões que se prendem com os seis já longos anos da existência de Leoninamente e que a minha modéstia me impede de para aqui trazer agora, liga-me a Rui Calafate uma grande, antiga e amiga admiração, temperada pelo destemperado amor que ambos dedicamos ao Sporting, embora nele reconheça sem dificuldade, o "factor racional" que cultiva sem esforço, enquanto em mim o vulcão da leoninidade vomita e espalha lavas incandescentes, quantas vezes excessivas e quase irracionais.

Foi por isso motivo de grande regozijo a sua "contratação" pelo jornal Record que, em certa medida, terá compensado a "dispensa" de Daniel Oliveira, outro "monstro" de sportinguismo e racionalidade. Porém, estou certo que ele me perdoará o facto das minhas expectativas terem saído de certo modo defraudadas nas primeiras partidas que o vi disputar no tabuleiro difícil e complexo do "xadrez de Record". E disso lhe dei conta directamente, verberando a debilidade do fio da sua navalha, que ao longo dos anos me habituei a ver inteligente, frio, cortante e implacável...

Hoje Rui Calafate devolveu-me por inteiro as expectativas que eu, leoninamente, havia criado, de ter o privilégio de ver equilibradas as forças que no meu jornal de sempre têm vindo a pender, quiçá infeliz e decisivamente, para a afirmação de uma hegemonia que Record nunca permitiu.

Sempre cáustico em relação à camuflagem dos afectos perseguida por uma boa parte dos jornalistas cuja causa deles me aproxima, hoje, por causa de Rui Calafate, "tocam os sinos na torre da minha igreja, há rosmaninho e alecrim pelo chão, na nossa aldeia que deus a proteja, temos mais gente na procissão"!... 

Bem haja amigo, por ter afiado a navalha e por me devolver a esperança!...

Mesmo racionais, a coragem e a verdade nunca serão incómodas!...

Leoninamente,
Até à próxima

Tropeçar no arranque não seria nada positivo!...


«Os primeiros jogos oficiais do Sporting esta época saldaram-se por duas vitórias e um empate e mostraram uma equipa sólida defensivamente mas com grandes problemas em criar oportunidades de golo – e em concretizar as poucas que tem criado. Seguramente que Jorge Jesus já identificou o que tem de mudar. Ou seja, Doumbia e Bruno Fernandes, nesta altura da época, tem de estar no onze inicial. De outra forma, arriscamo-nos a ter dissabores, porque os jogos não se ganham só com boas defesas – exigem também que se marquem alguns golos. Até agora sofremos zero golos e marcámos três, à média de um por jogo. Um campeão só o é com uma defesa de betão e a marcar, por jogo, uma média de 2,5 a 3 golos.

Contra o Desportivo das Aves fora fizemos um jogo enfadonho, mas seguro. O Aves não teve nenhuma oportunidade, quase não passou do seu meio-campo e quando o 0-1 se ameaçava arrastar até ao final, deixando sempre a dúvida se num lance fortuito não poderia surgir o empate, um mau alívio da defesa avense colocou a bola em Gelson Martins que não perdoou. Uma vitória justíssima, sem discussão, mas sem brilho.

Seguiu-se o jogo com o Setúbal e mais uma vez se constatou a solidez defensiva da equipa. O Setúbal não criou nenhuma oportunidade e passou sempre a ideia que a sua única ambição era sair de Alvalade com um ponto. Bruno Paixão, que já tinha perdoado um empate aos sadinos por uma falta na sua área sobre Coates, teve a coragem de assinalar um penálti indiscutível aos 87 minutos, que Bas Dost converteu. Ganhámos justamente por 1-0 mas ficou claramente a ideia de que estamos a ter enormes dificuldades em criar oportunidades de golo e, mais ainda em concretizá-las.

O jogo com o Steaua de Bucareste era um teste de maior exigência, mas mesmo assim desta vez, pensávamos nós, os deuses do futebol estavam connosco, tendo afastado da nossa frente, por uma incrível conjugação astral, as equipas mais fortes no play-off da Champions. Pois o jogo de terça à noite em Alvalade provou que temos um osso muito duro para roer se queremos entrar mesmo na Champions. E sim, como disse Jesus, é bom não ter sofrido golos. Mas é péssimo não os termos marcado. Sim, lá podemos marcar um. Mas se eles marcam dois, a jogar perante o seu público, que lhes dará um apoio fanático?

O que este último jogo confirmou foi que:

1) Piccini não é defesa direito para o Sporting. Esperemos que o Stefan Ristovski seja bem melhor. Mas já agora, não haverá na equipa B ninguém melhorzinho para o lugar do que o Piccini?! É que o Piccini, valha-nos Deus!;

2) o centro da defesa parece estar a tornar-se de betão e Mathieu é um grande, um enorme reforço. Corta, desarma, não inventa, vai à frente, puxa pela equipa e tenta mesmo o remate. Dou a mão à palmatória de novo: Mathieu é um excelente reforço;

3) do lado esquerdo, não se percebeu a aposta em Coentrão para o jogo com o Steaua. Se não estava em condições nem tinha sido convocado como é que aparece a jogar? E o certo é que mostrou que não estava em condições: não houve piques, centros de jeito, remates e foi pelo seu lado que os romenos podiam ter chegado ao golo numa bola que saiu juntinho ao poste direito de Patrício. Neste momento, Jonathan Silva está melhor que Coentrão e dá mais garantias;

4) no meio-campo, enquanto não sabemos se William fica ou não, sabemos seguramente que Adrien não está em forma ou então está com a cabeça noutro lugar. Longe da exuberância e da assertividade que já mostrou em épocas anteriores, Adrien está, neste momento, claramente abaixo da forma de Bruno Fernandes, que tenta mais e melhor o golo e que faz passes bem mais perigosos.

5) Finalmente, no ataque, eu gosto muito de Podence, mas até agora a sua eficácia em matéria de golos foi nula. Com Doumbia em campo, a defesa da equipa adversária está sempre mais em causa.

Por tudo isto, e por o Sporting estar num ciclo de jogos importantes (e o da Champions é decisivo) espero eu e todos os sportinguistas que Jesus não invente contra o Guimarães nem contra o Steaua em Bucareste. A equipa inicial tem de ser esta: Patrício; Piccini (que remédio…), Coates, Mathieu e Jonathan; Battaglia, Bruno Fernandes, Acuña e Gelson; Doumbia e Bas Dost. É o melhor onze que temos neste momento, o mais perigoso, o que pode causar mais estragos ao adversário, o que marcará golos sem qualquer dúvida. De outra forma, arriscamo-nos a começar a perder pontos em Guimarães e a dizer adeus à Champions mais uma vez. Bom, e se o William não for vendido, claro que entra de caras para o lugar de Battaglia e a música passa logo a ser outra.

Vamos repetir todos juntos para Jorge Jesus ouvir: sem Bruno Fernandes nem Doumbia não vamos lá!»
(Nicolau Santos, Tribuna Expresso)

Partilho na generalidade o pensamento de Nicolau Santos, embora prefira pintar os quadros de Cristiano Piccini e Adrien Silva de um cinzento moderado em vez do negro puro, duro e radical que utiliza. De qualquer forma serão, um e outro de braço dado com Daniel Podence, três cinzentos a berrar demasiado com as necessidades actuais da equipa. Amanhã poderemos ver o quadro alterado, mas neste momento não trocaria o certo pelo incerto...

Seja como for, a equipa não poderá repetir Alvalade amanhã à noite em Guimarães, sob pena de vermos criado um ambiente pouco conveniente, tanto para a deslocação à Roménia, quanto para a manutenção de um clima de esperança no nosso campeonato.

Tropeçar no arranque não seria nada positivo!...

Leoninamente,
Até à próxima

O leão comece sobre brasas!...



Leão começa sobre brasas

Nulo frente ao Steaua deixa o Sporting sob pressão logo no arranque da época

«Há uma boa e uma má notícia para os adeptos do Sporting lerem no nulo de ontem. A boa é que a equipa de Jorge Jesus é claramente superior à do Steaua e, por isso mesmo, perfeitamente capaz de resolver a eliminatória no jogo da segunda mão, agendado para a próxima quarta-feira. A má é que, tal como já tinha acontecido com o Vitória de Setúbal, voltou a sentir uma enorme dificuldade para materializar essa superioridade em golos. É evidente que, em Bucareste, o Steaua vai ter de procurar a vitória, o que obrigará os romenos a assumir outra postura, abrindo espaços onde ontem só havia obstáculos. E também é verdade que, tal como o treinador leonino fez questão de sublinhar no final do jogo de ontem, fora os golos valem a dobrar. Claro que primeiro é preciso marcá-los e Jesus ainda está à procura da melhor maneira para fazê-lo, com os consideráveis recursos que o Sporting lhe pôs à disposição, face a equipas que se encolhem à frente da respectiva baliza. E é preciso marcá-los, não só em Bucareste, mas antes disso em Guimarães, onde os leões se deslocam no sábado e onde a importância do play-off da Champions, decidido quatro dias depois, pode pesar de forma significativa tanto na cabeça dos jogadores como nas opções de Jesus. De resto, o histórico do treinador leonino não é exactamente o mais animador, pelo menos no que diz respeito à capacidade de gerir as exigências da Champions em simultâneo com as obrigações de um candidato ao título. Condimentos para uma semana escaldante em Alvalade, capaz de definir muito do que será o resto da temporada do Sporting.»
(Jorge Maia, Opinião, in O Jogo)

Haverá de facto, como acentua e bem Jorge Maia, duas preocupações de monta enraizadas no espírito dos adeptos sportinguistas:

1 - Jorge Jesus, quando as exigências do contexto actual de todo o desaconselhariam, "ainda está à procura da melhor maneira" de a sua equipa produzir o futebol suficiente para marcar os golos que lhe garantam o sucesso nesta fase crucial da época.

2 - O histórico de Jorge Jesus "não é exactamente o mais animador, pelo menos no que diz respeito à capacidade de gerir as exigências da Champions em simultâneo com as obrigações de um candidato ao título".

Razões mais do que suficientes para que, tanto em Guimarães, quanto em Bucareste e pese embora a esperança que reina nas hostes leoninas, Jorge Jesus nunca poderá enjeitar as responsabilidades de que...

O leão comece sobre brasas!...

Leoninamente,
Até à próxima

ABORTO JURÍDICO!...



E a longa gestação do "caso do túnel" terminou exactamente como sempre terá sido suposto terminar, dada a exagerada coloração  sanguinolenta com tendência escarlate do "saco das águas", em... (LINK)

ABORTO JURÍDICO!...

Leoninamente,
Até à próxima

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Esteja carregado de razão!...


OS PONTOS E A QUALIDADE

«Com apenas duas jornadas disputadas, identifico três equipas que me surpreenderam pela qualidade de jogo apresentada: Estoril (mais que todas), Portimonense e Chaves. Nenhuma delas tem mais de 3 pontos e outra nem sequer fez um empate. Mas já ganharam um espectador atento para o resto da temporada. Por outro lado, há duas outras equipas que somaram as duas vitórias (Sporting e Rio Ave) sem terem revelado nível de jogo tão elevado para o justificar. É assim o futebol. Não ganha, necessariamente, o conjunto que tem a melhor ideia ou plano de jogo mais interessante. 

O Estoril mostra-nos que é sempre mais fácil fazer bem com bons ‘ingredientes’. Pedro Emanuel conta com dois brasileiros que têm futebol para uma dimensão bem maior (Lucas e Allano) mas isso só se tornou visível tão rapidamente porque o treinador soube potenciar as qualidades da dupla.

O Portimonense traz-nos de volta o bom jogo de transições ofensivas: rápidas, assertivas, e bem planeadas. Não organiza tão bem com a bola nos pés quanto o Estoril. Tem outras ideias e Vítor Oliveira explora-as bem. 

O Chaves perdeu em Guimarães por erros primários no momento defensivo. Tem uma abordagem positiva ao jogo e sabe o que fazer quando em posse de bola. Futebol desta qualidade, mais semana menos semana terá os pontos merecidos. Quem joga assim está sempre mais perto da vitória.

PS. Permitam-me uma antevisão: ou o Sporting resolve de vez a contradição do seu jogo ou arrisca uma época idêntica à de 2016/17.»
(José Ribeiro, Opinião, in Record)

Sobre a antevisão de José Ribeiro para a época do Sporting, receio bem que...   

Esteja carregado de razão!...

Leoninamente,
Até à próxima

Ficam rejeitadas liminarmente, apoio, fé ou esperança!...

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Numa única palavra, qual a melhor legenda para a imagem do banco leonino em Alvalade, recolhida  no decorrer do primeiro jogo do "playoff"?!...

Ficam rejeitadas liminarmente, apoio, fé ou esperança!...

Leoninamente,
Até à próxima

Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo!...


FALTOU DINÂMICA PARA DERRUBAR O MURO

«Como se explica a incapacidade do Sporting em entrar nas zonas centrais?

O Sporting entrou amorfo, sobranceiro e sem a intensidade e dinâmica que um jogo da Champions exige. Podence foi um ‘corpo estranho’ na estratégia ofensiva de Jesus, mostrando imensas dificuldades em fazer a ligação entre o ataque e o meio-campo. A equipa melhorou com Doumbia, mas não foi suficiente...

A ausência de William pode explicar a falta de dinâmica do meio-campo?

William é essencial na forma como ocupa os espaços intermédios e, acima de tudo, como lança a equipa em movimentos de rutura. Battaglia consegue segurar as rédeas em termos defensivos, mas está longe de dar a mesma rotação do camisola 14.

A Taça das Confederações ainda se ‘faz sentir’ nas pernas de Adrien e Gelson?

Estão ainda à procura da melhor forma física e o Sporting ressente-se disso, especialmente nas transições. Além do mais, relativamente ao lado direito, ficou ontem mais uma vez provado que Piccini não tem qualidade para ser jogador do Sporting, quanto mais um dos titulares...

Qual o objectivo de Jesus em fazer ‘bluff’ com a presença de Fábio Coentrão?

Nenhum. Esta ‘táctica’ faz lembrar os anos 90, em que se usavam ‘truques comunicacionais’ para tentar ludibriar os adversários, num tempo em que a comunicação era escassa e limitada. Fazer isto em 2017, com um lateral, frente ao Steaua, em Alvalade... Simplesmente incompreensível!»
(Alexandre Carvalho, Interrogatório, in Record)


Quatro importantíssimas questões que, a juntar a muitas outras de igual ou mesmo superior relevância, hão-de ficar sem resposta perante uma evidente e inegável cristalização de processos e ideias de quem se julga imune a críticas e capaz de com papas e bolos enganar a legião de tolos cujo amor ao Sporting obriga a ver vestes sumptuosas num rei que passeia jactante a sua nudez por entre a decepcionada multidão leonina. Mas ai de quem julgue incurável tamanha "cegueira"!...

Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo!...

Leoninamente,
Até à próxima

It's definitely a big shit!!!...



Quando o responsável técnico máximo de um clube de futebol da primeira linha de qualquer país na Europa, para mais campeão europeu de selecções em título, começa a ser alvo da chacota e do anedotário nacional, seja pelos resultados que clara e comprovadamente não consegue alcançar, seja pelos suas continuadas e sistemáticas bacoradas comunicacionais, ou ainda pela estúpida, atribiliária, gongórica e inconsequente jactância exibida, só um milagre do tamanho do mundo ou inexplicáveis razões de ordem muito pouco transparente, impedirão que seja mandado pregar para uma outra freguesia, de um outro mundo muito distante das responsabilidades que ora lhe estão cometidas.

Assume contornos de absurdo e imperdoável o que ontem aconteceu e foi dito em Alvalade! O copo transbordou e já nada mais resta ao Sporting que o caminho das pedras!...

Com a devida vénia, subscrevo inteiramente e reforço convictamente as palavras deixadas por Rui Monteiro, em "A insustentável leveza de Liedson" (LINK):

"It's All Shit"

«A bola chega ao Patrício e todos sabemos o que vai acontecer. A bola vai para o Coates e todos sabemos o que vai acontecer. E podíamos continuar por aqui fora. Nós sabemos e os adversários também. O pior é que os jogadores também sabem. A maior parte deles leva a bola para o ataque como quem vai para o cadafalso. Na cabeça deles devem passar coisas como: “lá vamos nós outra vez fazer o costume que, como de costume, não vai dar em nada".

Se o treinador não consegue inventar mais nada, se o futebol do Sporting continua cada vez mais na mesma, então os jogadores que se revoltem e passem a inventar. Este tédio é que não se aguenta. Estou como o Iggy Pop no “It’s All Shit”.

"If it walks like shit
Talks like shit
It must be shit

If it feels like shit
Tastes like shit
It must be shit

If it looks like shit
Sounds like shit
It must be shit

If it smells like shit
Tells like shit
It must be shit"

(Um derrota contra o Guimarães e outra contra o Steaua de Bucareste e estamos na casa de partida só que, agora, não recebemos um Leonardo Jardim)»

It's definitely a big shit!!!...

Leoninamente,
Até à próxima

O nível do Sporting andará muito próximo da relva!...




Acredito no desespero de Bas Dost e partilho-o convicto e decepcionado!...

O nível do Sporting andará muito próximo da relva!...

Leoninamente,
Até à próxima

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